Mulheres de Preto: A clássica sedução do preto

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Mulheres de Preto: a clássica sedução do preto na moda consagrada pelo cinema.

Mulheres de preto: a cor preta na moda consagrada pelo cinema como ícone de sedução
A cor preta no vestuário era tradicionalmente a ‘cor das viúvas’ e foi durante as primeiras décadas do século passado que foi se tornando popular pelas mulheres viúvas pelo efeito Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e também por sua entrada no mercado de trabalho ocupando as posições antes reservadas aos homens.

Nos anos 20 o vestido encurtou e a cor preta na moda aparece pelas mãos de Mademoiselle Channel no famoso ‘pequeno vestido preto’ – little black dress (LDB) – o “pretinho básico“.
Nas décadas seguintes sua consagração é refirmada pelo cinema americano através de suas famosas ‘mulheres fatais‘ e chegando até mesmo às conservadoras donas de casa.
Nos anos 60 e anos 70 o “pretinho básico” se torna também um símbolo de rebeldia jovem sendo incorporado de vez ao guarda-roupa de todas as gerações.
Nos anos 80 e nos anos 90 a popularidade do “pretinho básico” chega ao auge, versátil para todas as ocasiões e tipos de mulheres.

Talvez não seja muito preciso datar a aparição da cor preta na moda íntima, mas, certamente a lingerie preta surge mais popular e inspirada como símbolo de sensualidade motivada pelo cinema com seus ícones femininos em seus glamourosos vestidos pretos longos.


Madame X (1884) pintura de J.S. Sargent, misteriosa, dramática e sensual em sua exuberância, contrastava com a pele branca o vestido de cetim preto. A pintura escandalizou Paris e se tornou uma pioneira representação do glamouroso vestido preto que no final do século XIX antecipava em algumas décadas um dos maiores símbolos da moda.


Jane Birkin em 1969 em Paris no auge da contra-cultura a juventude rebelada abalava o moralismo e a atriz e cantora (Je t’aim moi non plus) usava um provocante um micro-vestido preto transparente de crochê.

Moda de Novela: A lingerie preta de “Silvia” em Duas Caras.

Final de telenovela é aquela coisa de sempre entre o romântico e o suspense.
Na novela Duas Caras da TV Globo, o figurino de destaque foi mesmo o da Sílvia, a vilã surtada que se deu bem no final. A personagem Sílvia representada por Aline Moraes usou um figurino elegante onde se destacou a cor preta e em duas cenas exemplares a lingerie preta era a sua única roupa.

Cena 1: Quando Ferraço a recusa, Sílvia por vingança liga para o motorista JB, a fim de levá-lo a um motel. Ela sai de casa vestindo uma curtíssima camisola e calcinha pretas, botas pretas de cano alto e um leve e longo casaco preto de peles.


Cena 2: Já separada do Ferraço e de volta à casa da mãe, Sílvia preparando sua nova vingança sai de casa para encontrar JB na favela Portelinha vestindo uma camisola e uma calcinha pretas, sapatos pretos de salto e o rosto levemente maquiado. (imagem não disponível)

Sílvia em sua lingerie preta expunha sua semi-nudez que contrastava com o mundo da rua a sua volta e seguia serelepe em sua loucura elegante.

Loucura, desejo, sedução e sexo para armar sua vingança, Sílvia veste sua lingerie preta como uma arma de provocação aos olhares perplexos ou cúmplices ao seu desatino.

Vestida em sua lingerie preta seu corpo revelava uma sensualidade misteriosa e também discreta para o olhar menos atento aos detalhes que se quer evitar.

Símbolo de elegância e discrição a cor preta oferece uma sensação de profundidade e silhueta ao corpo e em transparência cria uma moldura perfeita para aquilo que busca o olhar.

E no seculo 21 o preto basico e sensual continua em alta
Mulheres de preto estão sempre preparadas.

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